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Mundo em alerta: plano secreto revela estratégia militar dos eua contra maduro

Raul Holderf Nascimento

Uma operação militar de grande escala, liderada pelos Estados Unidos, está em andamento no Caribe, com o objetivo de forçar a saída de Nicolás Maduro do poder na Venezuela. O foco, que antes era o combate ao tráfico de drogas, agora se concentra em pressionar o regime chavista por meio de uma combinação de poderio militar e táticas de guerra psicológica.

A movimentação, que envolve o envio de navios de guerra, caças e tropas especiais, representa a maior demonstração de força militar dos EUA na costa venezuelana em mais de três décadas. Embora oficialmente apresentada como uma ação contra embarcações suspeitas de tráfico, a operação parece ter evoluído para uma estratégia de pressão psicológica sobre o alto escalão chavista, visando forçar renúncias ou entregas negociadas sob a ameaça de ações militares precisas.

O plano principal, segundo informações obtidas, envolve a captura de Maduro, vivo ou morto. A estratégia de Washington é clara: remover Nicolás Maduro do poder a qualquer custo. Fontes indicam que o presidente Trump tem demonstrado pouco interesse em discussões sobre a oposição venezuelana, concentrando-se nos resultados práticos. Trump confidenciou que Maduro “ofereceu tudo” para evitar uma escalada, demonstrando receio em confrontar os Estados Unidos.

Imagens de aeronaves militares americanas sobrevoando áreas próximas à Venezuela têm circulado amplamente nas redes sociais, indicando uma operação coordenada para desestabilizar o regime de Maduro. Analistas interpretam essa ação como uma forma de guerra informacional, destinada a aumentar a tensão dentro do governo chavista.

Em resposta, lideranças do regime venezuelano têm adotado medidas de segurança, como trocar aparelhos celulares, alterar rotas noturnas e substituir seguranças cubanos por agentes de Havana, numa tentativa de evitar monitoramentos e possíveis ações táticas.

Maduro ordenou exercícios militares em todo o país e iniciou visitas públicas em tom nacionalista. No entanto, empresários próximos ao regime descrevem um clima de paranoia e uma busca por supostos traidores dentro das Forças Armadas e da polícia. Membros do governo têm se revezado entre cidades para evitar rastreamentos, enquanto a vigilância sobre o que é dito nas instituições e nas redes sociais se intensificou.

Apesar da retórica de força, as Forças Armadas venezuelanas enfrentam sérias dificuldades operacionais, com equipamentos obsoletos e falta de peças. Maduro conta com uma milícia armada de cerca de 1 milhão de membros. Enquanto aliados do governo asseguram que o núcleo do regime permanece coeso, opositores afirmam que parte da cúpula já considera entregar Maduro e negociar uma transição.

María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, é vista como uma possível líder de transição, caso a queda de Maduro se concretize.

Empresários americanos com interesses na Venezuela apontam que Trump busca acesso a “petróleo, minerais e ouro”, priorizando a abertura do país para investimentos dos EUA. Contudo, alguns alertam para o risco de colapso do país, caso não haja um plano claro de transição, gerando instabilidade semelhante a conflitos pós-intervenção em outros países.

O tempo é um fator crítico para o governo Trump, já que manter tropas em estado de prontidão no Caribe é dispendioso e arriscado, especialmente durante a temporada de furacões, que se estende até o final de novembro.

Fonte: www.conexaopolitica.com.br

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