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Centro-direita de ms usará pesquisas para definir candidato ao senado

Marcos Rocha

As articulações para as eleições de 2026 já aquecem o cenário político em Mato Grosso do Sul. O governador Eduardo Riedel (PP), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) lideram a formação da chapa que representará o grupo de centro-direita na disputa pelas duas vagas ao Senado.

A definição do segundo nome que integrará a chapa, ao lado de Reinaldo Azambuja (PL), será embasada em pesquisas de caráter qualitativo e quantitativo. A decisão final está prevista para fevereiro de 2026, antecedendo o período da janela partidária.

Entre os nomes considerados para a vaga, destacam-se o deputado federal Luiz Ovando (PP-MS), a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL-MS), o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP-MS), e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB-MS).

Luiz Ovando surge como um dos favoritos dentro do Progressistas, reconhecido por sua lealdade ao partido. O deputado federal, em seu segundo mandato, teve participação ativa nas articulações para a prefeitura de Campo Grande nas últimas eleições municipais.

A estratégia política em discussão visa a uma aliança entre PL e PP, consolidando uma frente de centro-direita no estado. Nesse contexto, Capitão Contar, que obteve expressiva votação em 2022, poderia migrar para uma das duas legendas, caso seja escolhido como o segundo nome da chapa.

A escolha do segundo nome será exclusivamente baseada no desempenho dos pré-candidatos nas pesquisas internas, conforme decisão tomada em reunião recente por Riedel, Tereza Cristina e Azambuja. O objetivo é evitar conflitos internos e assegurar que a chapa possua reais chances de sucesso nas urnas.

Lideranças do grupo reconhecem a competitividade do pleito, considerando a possível candidatura da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), ao Senado, com o apoio do governo federal.

Diante deste cenário, Riedel, Azambuja e Tereza Cristina buscam a união das forças conservadoras para eleger dois senadores alinhados à direita, em consonância com um acordo estabelecido com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo aposta no apoio de prefeitos e vereadores dos 79 municípios do estado como fator crucial para alcançar este objetivo.

Fonte: www.conexaopolitica.com.br

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