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Bndes pode voltar a financiar obras de infraestrutura na áfrica, diz lula

Presidente afirma que está trabalhando para um novo ciclo de investimentos no BNDES para financi...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode retomar o financiamento de projetos de infraestrutura em países da África. A declaração sinaliza uma possível mudança na política do banco de fomento, que nos últimos anos havia restringido esse tipo de operação.

Segundo o presidente, o governo está trabalhando para criar um novo ciclo de investimentos no BNDES, com o objetivo de financiar a internacionalização de empresas brasileiras. A iniciativa visa fortalecer a presença do Brasil em mercados estratégicos, impulsionando o crescimento econômico e gerando empregos no país.

Durante seus governos anteriores, o BNDES financiou diversas obras de infraestrutura em países africanos, como rodovias, portos e hidrelétricas. Esses financiamentos foram alvo de críticas e questionamentos, principalmente em relação à transparência e à efetividade dos projetos.

A retomada do financiamento de obras na África pelo BNDES pode gerar debates sobre os riscos e benefícios dessa estratégia. Defensores argumentam que os investimentos podem impulsionar o desenvolvimento econômico dos países africanos, além de fortalecer a presença do Brasil no continente. Críticos, por outro lado, alertam para os riscos de corrupção, endividamento excessivo e falta de retorno financeiro para o Brasil.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre os critérios e as prioridades para a retomada do financiamento de obras na África pelo BNDES. O governo deverá apresentar um plano detalhado com as diretrizes e os mecanismos de controle para garantir a transparência e a efetividade dos investimentos. A expectativa é que o BNDES adote uma abordagem mais rigorosa na análise dos projetos, buscando garantir que os recursos sejam utilizados de forma eficiente e que os investimentos tragam benefícios concretos para os países envolvidos.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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