O setor de carne bovina no Brasil demonstra resiliência diante do aumento das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. Um representante do setor no Mato Grosso (MT) avalia que, mesmo com o chamado “tarifaço”, as perspectivas para o Brasil permanecem positivas.
Essa avaliação surge em um momento de incertezas no comércio internacional, onde medidas protecionistas podem impactar as exportações brasileiras. A imposição de tarifas mais elevadas sobre a carne bovina brasileira por parte dos EUA levanta questões sobre a dependência do Brasil em relação a esse mercado específico.
Contudo, a análise do representante do setor sugere que o Brasil pode não ser tão dependente do mercado americano quanto se imaginava, pelo menos no que se refere à carne bovina. Essa visão otimista pode estar relacionada à diversificação dos mercados consumidores e à crescente demanda por carne brasileira em outras regiões do mundo.
A estratégia de expansão para novos mercados, aliada à qualidade reconhecida da carne bovina brasileira, pode estar permitindo ao país mitigar os efeitos negativos do aumento das tarifas americanas. A capacidade de adaptação e a busca por alternativas se mostram cruciais para manter o desempenho positivo do setor.
O Mato Grosso, um dos principais estados produtores de carne bovina no Brasil, desempenha um papel fundamental nesse cenário. A eficiência na produção, a sanidade do rebanho e a adoção de práticas sustentáveis são fatores que contribuem para a competitividade da carne brasileira no mercado internacional.
Embora o “tarifaço” represente um desafio, a visão do representante do setor no MT indica que o Brasil está preparado para enfrentar a situação. A busca por novos mercados, o investimento em qualidade e a manutenção da competitividade são elementos-chave para garantir o futuro promissor da carne bovina brasileira. A análise ressalta a importância de se manter atento às dinâmicas do comércio internacional e de buscar alternativas para mitigar os riscos e aproveitar as oportunidades que surgem no mercado global.
Fonte: www.gazetadopovo.com.br
